Art. 21
Grifarselecione o texto para grifar
Poderá o juiz, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas, determinar:
Art. 21, inciso I
Grifarselecione o texto para grifar
a proibição do contato, por qualquer meio, entre a criança ou o adolescente vítima ou testemunha de violência e o agressor;
Art. 21, inciso II
Grifarselecione o texto para grifar
o afastamento do agressor da residência ou do local de convivência ou de coabitação;
Art. 21, inciso III
Grifarselecione o texto para grifar
a prisão preventiva do agressor, quando houver suficientes indícios de ameaça à criança ou ao adolescente vítima ou testemunha de violência;
Art. 21, inciso IV
Grifarselecione o texto para grifar
a inclusão da vítima e de sua família natural, ampliada ou substituta nos atendimentos a que têm direito nos órgãos de assistência social;
Art. 21, inciso V
Grifarselecione o texto para grifar
a inclusão da criança ou do adolescente, de familiar ou de noticiante ou denunciante em programa de proteção a vítimas ou a testemunhas;
Art. 21, inciso VI
Grifarselecione o texto para grifar
no caso da impossibilidade de afastamento do lar do agressor ou de prisão, a remessa do caso para o juízo competente, a fim de avaliar a necessidade de acolhimento familiar, institucional ou colação em família substituta;
Art. 21, inciso VII
Grifarselecione o texto para grifar
a realização da matrícula da criança ou do adolescente em instituição de educação mais próxima de seu domicílio ou do local de trabalho de seu responsável legal, ou sua transferência para instituição congênere, independentemente da existência de vaga.
Art. 21, § 1º
Grifarselecione o texto para grifar
A autoridade policial poderá requisitar e o Conselho Tutelar requerer ao Ministério Público a propositura de ação cautelar de antecipação de produção de prova nas causas que envolvam violência contra a criança e o adolescente, observadas as disposições da Lei nº 13.431, de 4 de abril de 2017.
Art. 21, § 2º
Grifarselecione o texto para grifar
O juiz poderá determinar a adoção de outras medidas cautelares previstas na legislação em vigor, sempre que as circunstâncias o exigirem, com vistas à manutenção da integridade ou da segurança da criança ou do adolescente, de seus familiares e de noticiante ou denunciante.